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Sindseps cobra dilatação de prazo para notas fiscais do auxílio fardamento na Guarda Municipal

Mesmo com o final da Campanha Salarial 2018, a diretoria do Sindseps continua trabalhando para defender os interesses de nossa categoria. A Mesa Permanente de Negociação mantida é um fórum de discussões acerca das demandas reprimidas que ainda necessitam de definições. Nesse contexto, o auxílio fardamento para os guardas civis municipais é uma das pautas ainda negociadas junto à gestão municipal. Após diversos reclames feitos ao sindicatos pelos servidores, os diretores da entidade voltaram a questionar a Prefeitura e cobrar posicionamentos que ajudem a diminuir os transtornos que estão sendo causados para aquisição das peças da farda.

Durante a reunião realizada na manhã dessa quarta-feira (31), na Secretaria Municipal de Semge [Semge], nossos diretores solicitaram dilatação do prazo para apresentação das notas fiscais de compra do fardamento e itens acessórios, visto que muitos colegas da Guarda Civil Municipal[GCMS] ainda não puderam concluir o processo de aquisição. A GCMS atendeu ao pleito e o novo prazo foi concedido. Outro aspecto que foi apontado pela diretoria do Sindseps é a qualidade dos itens previstos na lista de fardamento e ofertados nas empresas. Segundo o coordenador geral do Sindseps, Marcelo Rocha, a durabilidade e a qualidade dos produtos é algo que deve ser considerado, principalmente na condição de ter melhor custo-benefício na aquisição do fardamento. “Atendidas as especificações mínimas previstas para os itens, há de se considerar que possamos comprar materiais de melhor qualidade e que garantam durabilidade e funcionalidade. Adquirir um coturno melhor é a garantia de conforto, durabilidade, apresentação e os benefícios serão ainda maiores para quem for utilizar, evitando a depreciação repentina. Da mesma forma, comprar a farda com tecido mais encorpado vai permitir que a utilização seja mais confortável e com isso, o trabalhador pode render ainda mais na sua dinâmica da jornada de trabalho”, apontou Rocha.

O  coordenador geral ainda falou sobre os valores dos itens da farda e o receio da disparidade nos preços. Para Rocha, quantificar o limite de alguns itens básicos pode prejudicar a aquisição de outros produtos prioritários que constem da lista. “O preço público para esses produtos deve ser considerado junto às empresas para que não inviabilize a compra. Se tivermos uma farda com preços praticados de forma diferenciada entre as empresas, os guardas não poderão adquirir todos os itens básicos para compor o fardamento da maneira exigida. Estamos apontando uma reavaliação nos preços para que fiquem ajustados, viabilizando a compra até mesmo de mais itens que possam ser apresentados à comissão que trata do fardamento na Guarda [GCMS] e que não existam transtornos para os colegas”, finalizou o diretor do Sindseps.

Outros aspecto considerado foi a questão da devolução ou desconto dos valores que não forem utilizados para compra do fardamento. Segundo o diretor do Sindseps, Bruno Carianha, a proposta do sindicato é de que qualquer recorte dos recursos sejam feito no mês de fevereiro do ano seguinte. “Sugerimos à gestão que na concessão do próximo auxílio que faça o recorte financeiro devido do exercício anterior e que não haja desconto nos contracheques nesse ano. Estamos vivendo um momento novo e que precisa de ajustes. Diante disso, precisamos avaliar os processos que estão sendo feitos de forma a considerar que nos anos seguintes, o formato de concessão, apuração das notas fiscais e reembolsos ao erário possam ser definitivos de acordo com o que se mostrar mais funcional e eficaz”, declarou Carianha.

Uma nova assembleia setorial acontecerá na sede da GCMS [Av. San Martin], na próxima quarta-feira [07], a partir das 08h, quando os diretores do Sindseps trarão novas informações acerca das demandas discutidas.

 

 

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